A súbita e surpreendente evolução do RB10 de Daniel Ricciardo, da Red Bull, que durante dos testes da pré-temporada era um saco de problemas, ao conquistar a segunda colocação no GP da Austrália, e depois desclassificada, teve, para muitos, um sotaque de desonestidade. O fluxômetro, aprovado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) apresentou problemas de variação, que, pelo regulamento, deve controlar a injeção de combustível no limite de 100 kg/h. Sinceramente, eu discordo. Se os sensores do fluxômetro apresentaram disparidades, fora substituído, e mais tarde recolocado nos carros da equipe rubro-taurina, erraram todos, e manchou ainda mais a imagem desgastada da F1.   Os comissários avisaram a equipe sobre o problema e exigiram que ela controlasse o dispositivo. Mas como, se o mesmo apresentava variação de comportamento? No meu entender, se os fluxômetros dos carros de Ricciardo e do tetracampeão Sebastian Vettel estavam bichados, o correto seria Continue lendo [...]