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RICARDO RIBAS

Jornalismo feito por jornalista

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Tag: Nelson Piquet
Depois da chuva e do frio de sábado (12) em Campo Grande, o domingo (13) foi de bonança para Pedro Piquet e Guilherme Samaia. Os dois, pilotos da equipe Cesário, venceram o complemento da sexta etapa nas categorias A e Light, respectivamente. Para Piquet, mais alegria: ele selou por antecipação a conquista de seu segundo título na Fórmula 3. No caso de Samaia, ele aumentou a vantagem na liderança da Light sobre Matheus Muniz, que terminou em segundo.   “Fico muito contente pela conquista e agradeço a todos da equipe Cesário. Com o trabalho realizado pelo time com o Felipe Vargas conseguimos mais esse título. Há dois anos eu andei pela primeira vez com a equipe, aqui em Campo Grande. Virava 1min23s, escapava da pista sempre nas duas primeiras curvas e ficava frustrado, cheio de mato. É muito gratificante ver o quanto aprendemos e melhoramos desde então. Hoje meu tempo de volta era na casa de 1min18s”, disse Pedro, que se torna o segundo piloto a ter mais de um título Continue lendo [...]
O esporte precisa sempre ser renovado, com a adesão de mais praticantes e a descoberta de novos talentos, que depois de bem preparados, divulgam o nome do Brasil no exterior e alguns se tornam ídolos de sua modalidade. No automobilismo não é diferente, ainda mais no País que já formou vários campeões mundiais de Fórmula 1, como Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Em 2015, o esporte a motor teve a grata surpresa de conhecer um jovem rapaz, que começou a correr de kart já com 16 anos - quando muitos já estão experimentando os carros nesta idade -, e que apenas depois de obter a sua carteira de habilitação teve a sua iniciação no automobilismo profissional. Seu nome é Rodrigo Baptista, que em seu ano de estreia no automobilismo já ganhou uma prova internacional de Endurance, uma etapa da Fórmula 3 Brasil e no último final de semana (16/8) venceu uma etapa da Copa Petrobras de Marcas e Pilotos.   "Eu não esperava. Estou surpreso, pois fiz apenas dois Continue lendo [...]
A dinastia Piquet tem mais um representante no automobilismo internacional. Desta vez, Pedro Piquet, o filho caçula do tricampeão mundial de F1 é quem abandona a categoria-escola, o kart, e parte para estrear com carros de fórmula. O jovem de 15 anos debutará em janeiro na Toyota Racing Series (TRS), uma categoria similar a Fórmula 3 disputada na Nova Zelândia, para, possivelmente, migrar para a Europa onde seu pai brilhou e seu irmão Nelsinho também, mas por protagonizar um acidente para privilegiar o seu então companheiro de equipe Fernando Alonso, ambos da Renault. Nelsinho seguiu, então, para os Estados Unidos é o primeiro brasileiro a disputar a Nascar.   Entretanto, o salto de potência é grande. O motor do carro da TRS tem 200 cavalos de potência, mas isso não parece impressionar o jovem piloto. "Minha meta para 2014 é ser competitivo na TRS contra outros pilotos e ganhar mais experiência dirigindo carros de fórmula", disse Pedro ao Autosport, que vê no país Continue lendo [...]
  Sebastian Vettel é tetracampeão mundial de Fórmula 1. O piloto alemão da Red Bull tornou-se, aos 26 anos, três meses e 24 dias, o mais jovem tetracampeão do Mundo de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prêmio da Índia, a 16ª das 19 provas do calendário, desbancado seu compatriota Michael Schumacher, que alcançou essa marca aos 32 anos. Ele passa a integrar a lista dos mitos da categoria, ao lado de Alberto Ascari, Alain Prost e Michael Schumacher.   No ano passado, quando conquistou o tricampeonato, Vettel já havia entrado para a restrita lista dos tricampeões, juntando-se ao australiano Jack Brabham, ao escocês voador Jackie Stewart, ao austríaco Nicky Lauda e aos brasileiros Nelson Piquet e Ayrton Senna. Fora isso, esta foi a décima conquista de Vettel nesta temporada, sendo a sexta consecutiva. O tetracampeão venceu todas das provas disputadas na Índia, que deve deixar o calendário da F1 em 2014.   Para conquistar o seu quarto título consecutivo, Vettel precisava Continue lendo [...]
  O desinteresse do telespectador e, consequentemente, perda de audiência nas televisões retransmissoras da F1 não é um fenômeno imediato, é mediato. A mais categoria do automobilismo mundial é hoje um rascunho, do ponto de vista esportivo, do que foi no passado. Os mandatários da categoria acreditaram que a divisão se encerrava nela mesma e que os negócios deveriam estar à frente do esporte. Além disso, o espectador precisa de ídolos e a F1 se distanciou de tal forma, que um piloto que começa a temporada pode muito sair de cena já que o grid é formado por pilotos pagantes, e muitos deles com experiência questionável. Sem vitórias, sem estrelas nacionais e com carência até mesmo de pilotos que possam ser chamados de “promessas”, a Fórmula 1 afunda no ibope na TV aberta. Dados obtidos por este site apontam que nos últimos dez anos a Globo perdeu mais da metade da audiência nesse esporte: 55%, para ser bem exato. Em 2002, a média de ibope das transmissões Continue lendo [...]
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