Meus amigos devem ter notado minha ausência nos últimos dias. Eu sumi sim, mas por causa de complicações bastante sérias de saúde. Meu pâncreas, que está paralisado tem três anos, entrou em colapso e combinado com uma expressiva alta da taxa diabetes – atingiu índice de 485 entrei, tecnicamente, num quadro de coma de glicemia, que poderia ter me levado a óbito. Cena: língua enrolada – e consequente falta de oxigenação do cérebro –, olhos revirados, roxidão na face, perda de sentidos e desmaio. Minha sorte foi estar em casa e ter sido socorrido a tempo. Escapei de novo, mas foi por pouco. Vale lembrar que essa foi minha quarta e detestável experiência de quase morte. Por isso valorizo a vida. Fiquei alguns dias internado para passar novamente por uma batelada de exames para averiguar se não ficaram sequelas da pane hidráulica e, aparentemente, está tudo bem, mas devo ficar fora de combate por mais algum tempo.   Otimista como sempre, eu prefiro considerar Continue lendo [...]