O desinteresse do telespectador e, consequentemente, perda de audiência nas televisões retransmissoras da F1 não é um fenômeno imediato, é mediato. A mais categoria do automobilismo mundial é hoje um rascunho, do ponto de vista esportivo, do que foi no passado. Os mandatários da categoria acreditaram que a divisão se encerrava nela mesma e que os negócios deveriam estar à frente do esporte. Além disso, o espectador precisa de ídolos e a F1 se distanciou de tal forma, que um piloto que começa a temporada pode muito sair de cena já que o grid é formado por pilotos pagantes, e muitos deles com experiência questionável. Sem vitórias, sem estrelas nacionais e com carência até mesmo de pilotos que possam ser chamados de “promessas”, a Fórmula 1 afunda no ibope na TV aberta. Dados obtidos por este site apontam que nos últimos dez anos a Globo perdeu mais da metade da audiência nesse esporte: 55%, para ser bem exato. Em 2002, a média de ibope das transmissões Continue lendo [...]