Samba do crioulo doido. É assim que se podem definir as reformas a ser executadas no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos. A FOM (Formula One Management), detentora dos direitos comerciais da F1, fez uma série de exigências para manter uma etapa da categoria no calendário até 2020. As negociações entre a prefeitura de São Paulo e Bernie Ecclestone, presidente da FOM, começaram no ano passado na gestão ex-prefeito Gilberto Kassab e continuaram na atual com o petista Fernando Haddad.   Só que houve uma reestruturação de custos. Originalmente, as obras estavam orçadas em RS$ 400 milhões e caiu para R$ 130 milhões. Ou seja, uma diferença financeira de algo em torno de 52%. Mágica não é. Alguma coisa ficará só no papel ou, na melhor das hipóteses, no discurso do “prefeito das faixas exclusivas de ônibus”. O contrato em vigor vence em 2014.   A diminuição do valor é parcialmente explicada pelo fato de uma melhora na aparência do entorno do autódromo Continue lendo [...]