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Presentes há anos em países como Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Índia, Canadá, EUA, Holanda, os simuladores de direção são uma realidade mundial. No Brasil, o simulador de direção sofreu certa desconfiança inicial, que foi superada devido à comprovação de sua eficácia e hoje está presente em todo o país.

 

Segundo dados de estudos realizados pelo centro de desenvolvimento National Advanced Driving Simulator (NADS), da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, os motoristas jovens sofrem de 4 a 5 vezes mais acidentes do que os mais experientes, devido a falta de experiência. Com o simulador o motorista é apresentados a situações adversas e complexas para que possa ajudá-lo a criar experiência, o que tem reduzido o número de acidentes, no Japão, por exemplo, o número de acidentes após a implantação do simulador de direção caiu pela metade.

 

No Brasil, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, em 2017 foram registrados 89.318 acidentes graves, com 6.244 mortes e 83.978 pessoas feridas, sendo a principal causa disso a imprudência dos motoristas.

 

Atualmente, conforme descrito na resolução Nº 168/2004 do Contran, os candidatos a tirar a primeira habilitação precisam fazer 25 horas de simulador para categoria B (carros) e 20 horas para categoria A (motos), antes de irem para a parte prática. Desde 2015, quando começou o uso dos simuladores de direção em São Paulo, já foram quase 8 milhões de aulas aplicadas em mais de 1,5 mil simuladores, presentes em 380 cidades.

 

A Real Simuladores, empresa pioneira com mais de oito anos de experiência na fabricação de simuladores de direção, está presente em 17 estados brasileiros, com mais de 600 simuladores, possui software 100% nacional e está em constante atualização, criando cenários com cidades, vias urbanas, rodovias e possui estrutura similar a de um veículo, com adaptação para pessoas portadoras de deficiência física e preparar o aluno para reagir de forma correta e segura.