Segmento de luxo continua aquecido – Divulgação

Indo na contramão de todo o mercado, o setor de luxo não teve queda e nem terá até o ano de 2023. Ao menos é o que demonstra o estudo inédito realizado pela Euromonitor, divulgado pelo grupo especializado em luxo LuxuryLab. Foi possível constatar que em apenas dois anos – entre 2013 e 2015 -, o faturamento proveniente dos produtos de luxo tiveram alta de mais de 18%. Além disso, a alta desse mercado é de, em média, 4% ao ano.

Caminhando nesses passos, a última previsão, ainda citando o estudo anterior, deixa claro que o Brasil recuperará seu posto de maior mercado de luxo da América Latina no ano de 2021. O primeiro lugar foi perdido para o México em 2014.

Expansão – E é claro que, quando o assunto é luxo, o Brasil não deixa a desejar – principalmente quando se pensa na hotelaria. “Esse é um setor que está ganhando muita força aqui”, diz Thiago Monteiro, sócio da Haut, empresa de design e construção imobiliária.Isso porque apenas no ano de 2018 foram inaugurados seis hotéis de luxo espalhados por todo país, incluindo grandes cidades, como: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Salvador e Rio Grande do Norte.

Seguindo na linha das praias, a Haut traz muitas novidades que, embora sejam um pouco diferentes entre si, carregam a mesma essência. “Utilizamos como base o conceito do novo luxo. Ele é mais rústico, não é ostensivo. O grande objetivo é ressaltar a capacidade que somente a arquitetura tem quando pensamos em impacto e conexões com espaços”, aponta Thiago Monteiro.

Empreendimentos especiais – Entre o Marée, condomínio de praia que será lançado em Enseadinha, Pernambuco, e o Hotel Pedras do Patacho, hotel de luxo que inspirou a criação citada anteriormente, localizado em Alagoas, existe um mundo de momentos únicos. “A arquitetura contemporânea, como um todo, está presente nos dois projetos. É tudo autêntico, exclusivo e muito bem desenhado”, diz Thiago.

O empreendedor segue dizendo que a Haut entrega muito mais do que apenas espaços: entrega sensações, propósito e experiências que se conectam. “Todos os detalhes trazem sinergia. Em ambos os empreendimentos, por exemplo, é possível explorar os rooftops dos bangâlos, com piscina privativa”, diz.

Thiago Monteiro ressalta o que os empreendimentos têm em comum. “Utilizamos materiais brutos: pedras, aço, concreto, vidro e madeira. Tudo isso cria uma identidade. Além disso, preservamos toda a vegetação existente nos terrenos: nossa inspiração foi criar um local real e aconchegante, de maneira diferenciada”, conclui.