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Foram comercializadas 385 unidades no mês passado versus 247 veículos no mesmo período do ano anterior. Na comparação entre os dois meses, o mercado total de automóveis registrou elevação de apenas 2,7%, com 194.349 unidades em junho deste ano contra 189.229 em 2017. “De janeiro a abril de 2018 o mercado cresceu 20% em relação ao primeiro quadrimestre de 2017. Em maio, porém, a alta foi de apenas 2,6% e, em junho, 2,7%, diminuindo o crescimento acumulado do semestre para 13,6%”, diz Sergio Habib, presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil.

 

Sérgio Habib – Reprodução

“Em maio, a desaceleração foi causada pela greve dos caminhoneiros. Já em junho, a fraca performance do mercado automotivo teve diversas causas, sendo que a principal delas foi a queda de confiança do consumidor. Houve vários motivos pra isso: consequências da própria greve, alta do dólar, queda da Bolsa e indefinição do processo eleitoral deste ano. Todos esses temas reunidos minaram a confiança”, explica Habib, que ainda lembra que mês de Copa do Mundo também atrapalha a venda de automóveis.

 

Já no acumulado do primeiro semestre deste ano, o índice de aumento nas vendas da JAC Motors é igualmente expressivo quando se observa a média de todo o mercado. A marca anotou alta de 33% (2.200 unidades de janeiro a junho de 2018 contra 1.654 em 2017) – versus 13,6% do mercado (1.126,5 mil versus 991,5 mil em 2017).

 

Em razão dessa estagnação nos últimos dois meses, a JAC Motors reviu sua projeção de crescimento para 2018. A marca previa dobrar as vendas neste ano, mas estima alcançar um crescimento de 50%, enquanto o mercado total deve ampliar os volumes em 8%. Para obter esse índice, a JAC Motors conta com a regularização logística para a entrega de seu modelo mais vendido, o T40 CVT, além de prever mais dois lançamentos para 2018.

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