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Trabalhos desenvolvidos por empresas e órgãos públicos em contribuição com a indústria automotiva para fins econômicos, políticos e ambientais, com foco em sistemas mais eficientes e prestação de serviço ao consumidor final, serão apresentados e debatidos durante o Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis, promovido pela AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) , no próximo dia 14, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo (SP).

 

Nesta edição, com o tema Os Antagonismos da Crise, o evento vai reunir especialistas e representantes de órgãos governamentais, fabricantes de veículos automotores, autopeças, produtores de aditivos, fornecedores de equipamentos do setor automotivo, fabricantes de ciclomotores, empresas produtoras de combustíveis e distribuidoras, acadêmicos e estudantes em geral.

 

A apresentação de Angelo Alves, da Umicore Brasil, vai relatar o dinamismo das legislações de emissões mundiais que estão cada vez mais restritivas em função do aumento da poluição do ar. Na oportunidade, Alves também irá comentar, em sua apresentação Tecnologia de controle de emissões disponíveis para atendimento ao PL7, sobre os desafios e falta de previsibilidade para se implementar novas legislações de emissões no Brasil e o quanto a crise influencia nesse desafio, além das tecnologias, tipos e design do catalisador para o atendimento da demanda de limites de emissões mais restritos.

 

Um trabalho contendo a visão de como o mercado europeu lida com o desafio da evolução do trem de força para a contribuição da eficiência energética será exibido por Georges Glyniadakis, da AVL em Sistema auxiliar sob demanda com controles preditivos.

 

Já o palestrante Marcos Borges, do INMETRO, em Status e Continuidade no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular – PBEV vai comentar sobre como o PBEV contribui e presta informações úteis aos consumidores sobre o desempenho dos veículos leves, no que diz respeito à eficiência energética, ao consumo de combustível e a emissões de gases poluentes e de efeito estufa, estimulando assim a competitividade e o processo de melhoria contínua da indústria.

 

“O PBEV foi adotado pela sociedade como a principal referência e considerado um dos mais aperfeiçoados do mundo, sendo atualmente um dos critérios para alcance das metas estabelecidas pelo Programa Inovar Auto”, diz Borges.