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Com caminhões que vão de 3,5 a 13 toneladas de peso bruto total, a família Volkswagen Delivery conquistou o mercado em pouco mais de dois anos da entrega das suas primeiras unidades para operação nas ruas e estradas de todo o país. Ao longo desse período, são mais de 20 mil veículos comercializados no Brasil.

E a avaliação é bastante positiva: a montadora monitorou o desempenho de dez veículos em mais de 360 mil quilômetros percorridos na frota de clientes. O resultado? Uma média de 97% de satisfação e 100% deles afirmaram que pretendem comprar modelos do Delivery.

“A linha Delivery é um sucesso de vendas. Três dos dez caminhões mais vendidos no país em 2019 são da família, que se diferencia por seus atributos de conforto e produtividade. Quem prova reconhece todas suas vantagens”, avalia Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da VWCO.

Entre os pontos mais elogiados e valorizados do Delivery, destacaram-se o conforto, a dirigibilidade e o consumo de combustível, que superaram as expectativas e foram reconhecidos como mais eficientes em comparação com os demais veículos dos clientes.

Nesses 360 mil quilômetros, os veículos rodaram em trechos urbanos e rodoviários, entre os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Brasília, transportando desde cargas gerais, gás, congelados e bebidas, além de atuar como plataforma de autossocorro. Seus atributos foram postos à prova até mesmo nas ruas estreitas de uma das maiores comunidades de São Paulo, Heliópolis.

Para a pontuação de 97% de satisfação, consideraram desempenho, durabilidade, segurança, capacidade de carga e consumo de combustível. O levantamento foi realizado por uma empresa de monitoramento contratada pela VWCO, em pesquisa junto aos clientes.

“Esse tipo de acompanhamento fortalece a confiança em nossa marca VWCO. Trazemos ainda para dentro da fábrica todas as lições apreendidas em campo para um trabalho de melhoria contínua. Agora estamos expandindo para avaliações com o Delivery V-Tronic, lançado na Fenatran de 2019”, revela Rogério Urbini, engenheiro de pós-vendas da montadora que acompanha de perto essa ação.